segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Roteiro final de Ingrid klein funcke - 2º B
Meu nome é Ingrid Klein Funcke, minha turma é o 2ºB do ensino médio do colegio magister e a partir deste filme passo a ser chamada como o livro O Menino no Espelho por que o livro lembra a minha infância e fala bem da criança que não tem muitos amigos e acaba criando um amigo imaginário com que ele conta para tudo, todos nós precisamos de uma amigo que possamos contar tudo.
Em “O Menino no Espelho”, o autor, Fernando Sabino, conta sobre sua infância em Belo Horizonte, na década de 20. Com sotaque mineiro, a criança Fernando Sabino nos narra de maneira bem fantasiosa todo o seu mundo imaginário e simples. Conta como Odnanref, seu amigo secreto, aprendeu a voar como os pássaros, como ensinou uma galinha a falar, sobre sua visita ao Sítio do Pica Pau Amarelo, sobre seu cachorro Hidenburgo e seu coelho Pastoof.
Fernando começa a brincadeira conversando com seu espelho, aos poucos o reflexo vai tomando forma e vida, tornando-se seu grande amigo e companheiro de todas as suas peripécias e aventuras de criança. O reflexo de Fernando, que está no espelho, começa a demonstrar expressões no rosto, como se tivesse vida própria, algo vivo dentro do espelho.
Roteiro final de Luiza Botter 2ºB
Marley e eu é um livro de não-ficção, escrito por um jornalista norte-americano chamado John Grogan. Através de uma narrativa em primeira pessoa, John conta a história real de seu cachorro Marley, e sua participação por treze anos de sua vida, onde o cão colocou seus donos em situações hilariantes e embaraçosas, mas mostrou o que realmente é importante na vida. O livro Marley e eu conta uma história de lealdade e amor de verdade, a história fala da amizade de um cachorro hiperativo e seu dono, que mesmo não tendo muito dinheiro, tinha uma família, que junto com o animal, era tudo em sua vida. Marley, que recebeu esse nome em homenagem ao cantor de reaggae Bob Marley, inspirava John toda vez que o mesmo ia escrever em sua coluna em um jornal da cidade. John relatava as coisas que Marley fazia, devido ao seu comportamento, que era intenso, ou seja, Marley com tudo, era teimoso, teimoso, porém o cachorro era feliz, divertido e apaixonado pela família. Marley e eu foi um livro que fez muito sucesso no Brasil e nos Estados Unidos, o livro teve até uma adaptação para o cinema algum tempo depois e foi sucesso na bilheteiras. O motivo deste sucesso todo foi a pureza, foi o amor e foi o carinho que encantou os leitores do mundo todo. Provando que para um cachorro não importa ter carros, motos e casas gigantescas, ele fica satisfeito com um pedaço de graveto e a atenção do dono, tornando-o o melhor amigo do homem.
Roteiro final de Natalia Antunes - 2º B
Em um determinado momento da vida, quando tudo parece desabando em cima sua cabeça. Quando sua família que sempre teve tudo agora tem que se resumir ao nada.
O desespero me toma conta, saio a procurar todos os dias, mando currículo, mas nada encontro. Emprego, Emprego, Emprego, Emprego, Emprego, Emprego, Emprego, onde se esconde, por que foges de mim? Aonde esta? Sou feio, mas não mordo... To com medo de não conseguir.
Por que tem gente melhor do que eu? Porque são sempre eles que estão na frente na hora de contratar? Mais inteligente, mais preparado, mas jovem, mais, mais, mais...
E eu? Fico aqui vendo quem amo sofrer.... Não!!! Não quero mais ver essa situação... Como conseguir uma solução?
Já sei!!!! Cortar quem esta no meu caminho, derrubar um por um, ate eu ter chances de ter a minha vez... Mas.... Que consequências isso poderá ter para mim? Minha família?Meus amigos? Emprego?
Para essas respostas devemos eternizar e conservar o Corte. Pois devemos saber o momento de parar e saber o limite de cada um.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Roteiro final de Larissa Ferreira - 2º A
O livro “A Revolução dos Bichos”, foi escrito por George Orwell em 1945. George Orwell era a favor das classes sociais baixas, e ficou decepcionado com os Partidos Comunistas da época. Era contra todo o tipo de totalitarismo. E é em “Revolução dos Bichos” que ele revela toda a crítica ao regime. A história se passa na Granja do Solar, onde viviam bichos, que como dono tinham o Sr. Jones. O Velho Major, um porco, teve um sonho, sobre uma revolução em que os bichos seriam auto-suficientes, sendo todos iguais. Era o princípio do Animalismo. O Major morreu, mas mesmo assim os animais colocaram em prática a idéia do líder, fazendo a Revolução dos Bichos.
Depois da Revolução, a Granja passou a se chamar Granja dos Bichos, e quem a administrava era Bola-de-Neve, outro porco. Bola-de-Neve seguia os princípios do Animalismo, e mesmo sendo superior, em quesitos de inteligência e cultura, aos outros animais, sempre se considerou igual a todos, não tendo privilégios devido à sua condição.
Bola-de-Neve tinha um assistente, Napoleão (porco), que na ânsia pelo poder, traiu o amigo, assumindo a administração da Granja. Napoleão mostrou-se competente e justo no começo, mas depois passou a desrespeitar os SETE MANDAMENTOS, os quais firmavam as idéias animalistas. Depois de aproximadamente 5 anos, Napoleão já ocupava a casa do Sr. Jones, onde convivia com seres humanos e agia como eles, instalando um regime ditatorial, dominando os demais animais, considerados seres inferiores e sem direitos.
O Senhor Jones era o dono da Granja e, como tal, explorava o trabalho animal em benefício próprio, para acumular capital. Em troca dos serviços prestados, ele pagava com a alimentação, que nem sempre era boa e suficiente. Temos aí o retrato de uma sociedade capitalista: quem mais trabalha é quem menos ganha.
A Revolução que se deu por idéia do "Major", tinha por princípio básico a igualdade; sendo assim, o Animalismo corresponde ao Socialismo, regime em que não existe propriedade privada e em que todos são iguais, e todos trabalham para o bem comum.
Tempos depois instaurava-se na Granja uma verdadeira Ditadura, o regime em que não há liberdade de expressão, direito a opiniões etc. Na sede pelo poder e pela riqueza, Napoleão entra em contato com os homens para com eles negociar, comprar, vender, enfim, acumular riquezas e tudo graças ao trabalho dos animais, verdadeiros empregados mal – remunerados, ajudando o "patrão" a ter bens materiais e capital.
A situação fica mais crítica do que quando Jones era o dono da Granja, porque, mais do que nunca, os direitos humanos, ou seja, dos animais foram violados de forma cruel e tendo conseqüências gravíssimas como a morte de alguns, o desaparecimento de outros e muita tortura.
A Revolução dos Bichos é um livro de extrema importância para entendermos o funcionamento de sociedades comandadas por diferentes tipos de governo, além de mostrar de forma genial a ambição do ser humano, em relação ao "sonho do poder". Este livro, uma excelente metáfora, não pode ser esquecido e muito menos descartado pelo fato dele mostrar as diferenças entre as classes sociais e a diferença de poder aquisitivo na sociedade.
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